Vinicius Toledo analisa a vitória sobre o Operário-PR e alerta: “Basta cruzar na área do Fluminense que é meio caminho andado para o adversário”.
Por Vinicius Toledo
Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?
O Fluminense cumpriu com a sua obrigação e avançou às oitavas de final da Copa do Brasil 2026. Jogo de mata-mata é para vencer, ok, mas a rapaziada poderia ter caprichado mais e liquidado a fatura muito mais cedo. O aperto que passamos, em especial na reta final da partida, expôs o Tricolor a um risco desnecessário.
Time lento na transição, vulnerável na defesa, marcação frouxa, passes errados… Foi desesperador para quem estava no estádio. Na descida da rampa do Setor Sul do Maracanã, não aguentei e soltei o meu desabafo.
O caos mora na área
A situação defensiva desse time está caótica. O gol do Operário foi apenas mais um exemplo disso. E não venham colocar a culpa apenas no Jemmes; toda a linha defensiva dormiu no ponto.
Na primeira etapa, os paranaenses deram dois cruzamentos parecidíssimos. No primeiro, o atacante estava livre na pequena área e finalizou por cima. Ali, o meu coração quase saiu quicando pelos assentos vazios do Maracanã… Já no segundo, o Fábio — que costuma ficar preso na linha — teve que sair para cortar, pois o atacante estava livre de novo.
Resumindo: não importa se é pelo alto ou por baixo, basta cruzar na área do Fluminense que é meio caminho andado para o adversário correr para o abraço.

Posicionamento ou qualidade técnica?
Vejo muita gente batendo na qualidade técnica dos zagueiros. Eles podem não ser essa “Coca-Cola” toda, concordo, mas não enxergo esse horror todo individualmente. Analisando os gols sofridos desde o início do ano, não tenho dúvida: a questão principal é posicionamento.
A nossa “cozinha” está uma bagunça das grandes. A falta de combate dos laterais e do cabeça de área facilita a vida de qualquer um. Essa é uma questão que a comissão técnica precisa trabalhar em caráter de extrema urgência para as duas decisões que teremos pela frente na Conmebol Libertadores.
Contra o Bolívar, o Fluminense precisa meter três gols de diferença para depender apenas de si mesmo na última rodada. Mas, para isso, precisa ajeitar a cozinha e colocar o pé na forma lá na frente.
Curtinhas:
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Arana: Como o Guilherme Arana está mal… Impressionante a queda de rendimento.
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O Cara: Lucho Acosta chamou a responsabilidade, sofreu o pênalti e marcou o segundo gol. É quem tem lucidez nesse time.
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Canobbio: Mais uma atuação ruim do uruguaio. A entrega física não está compensando a falta de produção técnica.
Forte abraço e ST!
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