Em forte editorial, Vinicius Toledo mexe no vespeiro das organizadas, relata confusão sonora no Maraca e convoca união contra o Bolívar.
Por Vinicius Toledo
Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo por aí?
O clima de Conmebol Libertadores já tomou conta do Rio de Janeiro. Não tem jeito! A ansiedade está a mil, até porque o mata-mata para o Fluminense começa, na verdade, na próxima terça-feira (19). É vencer ou vencer o Bolívar por três gols de diferença para assumirmos a liderança do confronto direto e chegarmos vivos na última rodada contra o Deportivo La Guaira. Neste domingo, o Explosão Tricolor publicou uma matéria detalhando todas as possibilidades matemáticas para o nosso Tricolor. Vale a pena conferir!
Para deixar o Fluminense vivo na busca pelo bicampeonato continental, a arquibancada tricolor terá um papel fundamental. No entanto, hoje eu preciso mandar a real sobre o que está acontecendo nos jogos no Maracanã: a nossa arquibancada está muito ruim. Na verdade, está irreconhecível.
Quem me acompanha aqui no site e nas redes sociais sabe muito bem que eu sempre registro a torcida com vídeos e imagens direto do cimento. No jogo contra o São Paulo, por exemplo, eu fiz questão de assistir a um tempo no meio da Bravo 52 e o outro tempo junto com a Young Flu. O que eu vi me preocupou.
Cada um no seu ritmo e uma tragédia sonora
Cada uma das duas grandes torcidas puxou os cantos com muita força, energia e disposição. Disso não há o que reclamar. O problema é que o resto do estádio não embalava para formar aquela “explosão de 30 mil gogós” no Maraca. Em vários momentos da partida, cada organizada cantava em um ritmo totalmente diferente da outra. O resultado prático disso? Formava-se uma enorme confusão sonora no Setor Sul. Uma verdadeira tragédia para quem precisa empurrar o time dentro de campo.
Como eu tenho acesso e trânsito livre com as lideranças e componentes de ambas as torcidas — e sei do respeito mútuo que existe entre nós —, eu me sinto totalmente à vontade para fazer esse desabafo. É uma situação que me entristece bastante como torcedor.
Eu sou do tempo em que a torcida inteira cantava o “Neeeeeenseeee” a plenos pulmões, em uníssono, fazendo a estrutura do Maracanã estalar e estremecer de verdade. A gente jogava junto, o tempo todo, abafando o adversário.
Na terça-feira, o Fluminense precisa de uma única voz
Na próxima terça-feira, contra o Bolívar, com mais de 51 mil tricolores confirmados, nós teremos a oportunidade de ouro para mostrar que, quando estamos juntos na mesma sintonia, nós somos completamente imbatíveis no campo e na arquibancada.
Que os jogadores façam a parte deles dentro das quatro linhas com garra e inteligência. E que nós façamos a nossa parte na arquibancada: empurrar o Fluminense em uma única e avassaladora voz, movida exclusivamente pelo amor verde, branco e grená. Sem vaidades, sem divisões.
Com humildade, fé e força, vamos estremecer a América do Sul na próxima terça-feira, Quem viver, verá!
Forte abraço a todos e Saudações Tricolores!
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