Lideranças do elenco como Germán Cano, Fábio e Martinelli desaprovam a postura da diretoria no afastamento do armador.
Os bastidores do Fluminense pegaram fogo com revelações bombásticas sobre o futuro do meia Paulo Henrique Ganso. Segundo informações do repórter Paulo Brito, a forma como o clube tratou o camisa 10 desagradou lideranças do elenco como Germán Cano, Martinelli e Fábio. O trio não concordou com o afastamento do veterano.
Entenda o afastamento
O estopim da crise aconteceu no dia 26 de maio, quando o Fluminense oficializou o afastamento do veterano de 36 anos. A justificativa do clube para a ausência do atleta nos confrontos diante do Deportivo La Guaira, pela Copa Libertadores, e contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro, foi que ele informou o interesse de outra equipe em sua contratação para a próxima janela de transferências.
Embora evite uma rusga pública ou declarações polêmicas, Ganso nutre uma mágoa interna com um possível “processo de fritura”. O camisa 10 entende que o técnico Luis Zubeldía, o departamento de comunicação e, principalmente, o diretor-geral Mário Bittencourt conduziram o seu provável fim de ciclo de maneira desrespeitosa diante da sua história no clube.
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Maestro descarta saída imediata e joga a responsabilidade para a diretoria
Apesar do cenário hostil, uma reviravolta de última hora promete mudar o cenário. Ganso sinalizou o desejo de cumprir o seu contrato com o Fluminense, que possui validade até dezembro deste ano. Neste momento, o armador não mantém conversas com nenhuma equipe do Brasil ou do exterior, e o seu estafe também não busca novos mercados. Dessa forma, os dirigentes tricolores precisarão procurar interessados por conta própria caso queiram realmente selar a saída do jogador.
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