Cadê o Master? A soberania da torcida do Fluminense…




Foto: Vinicius Toledo / Explosão Tricolor



Salve, aristocrática torcida tricolor! Estamos de volta para mais uma reflexão sobre o momento atual do Fluminense, as demandas da nossa torcida e tudo que cerca a nova dinâmica imposta pela pandemia e pelo crescimento das mídias especializadas no tricolor. O título da coluna já da o tom do que eu penso sobre o tema: a torcida é sempre soberana, é ela que faz o clube existir, ter importância e prosperar.

Sem a sua torcida, não existiria o Fluminense. Dito isso, entendamos a nova relação clube/torcida no cenário pós-pandemia: os estádios vazios levaram à um aumento do consumo de futebol via internet e deslocaram os desabafos de arquibancada para as redes sociais. Isso é um fato.

Esse novo momento ainda está se consolidando, e as partes envolvidas estão se ajustando, resultado: o que é falado nas redes ecoa no clube, repercute entre os jogadores, comissão técnica, e em todos envolvidos com o futebol profissional. Os resultados de todo esse contexto. na prática, são duvidosos… Será que o Nenê vai ser barrado? O Roger apresentará um esquema tático alternativo? Quando o Jefté será testado? Todos temas recorrentes entre a torcida e canais especializados. Enfim, aguardemos esse período de transição, mas tenho certeza de que a importância das novas mídias é definitivo.

Um grande exemplo disso foi o anúncio do esperado patrocínio máster, em que as redes do clube se utilizaram de uma cobrança – justa – através das redes para “responder” a torcida,  que através da frase “Cadê o máster?” cobrava o acerto, e a frase foi utilizada pela peça publicitária. Uma prova definitiva de que todos no clube estão atentos às redes, mas nem sempre sabem lidar com isso da melhor forma…

O Fluminense tem uma torcida engajada e o clube precisa entender o seu consumidor, estar atento à ele, só assim se adaptará aos novos tempos.

O Óbvio Ululante…

– A palavra do momento no Flu é “equilíbrio”, pois com as entradas de Caio Paulista e Gabriel Teixeira, todo o time evoluiu…

– Samuel Xavier e Abel Hernandez vão se firmando como figuras importantes e emergentes no elenco do Fluminense.

– Já o Bobadilla é, por enquanto, a grande decepção do primeiro semestre.

– Kayky e Luiz Henrique estão oscilando, normalíssimo para a idade. Ainda vão ajudar bastante.

– Roger precisa apresentar alternativas táticas, apesar da melhora do tima, precisamos variar o repertório…

Vitor Costa



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