Contrato do Fluminense com Evanilson contém cláusula de proteção contra investidas de clubes brasileiros




Foto: Cesar Greco / Palmeiras / Divulgação



Cláusula estabelece multa rescisória elevada para clubes brasileiros

Alvo de proposta do City Football Group, grupo que administra o Manchester City e outros times ao redor do mundo, o atacante Evanilson, do Fluminense, também tem sido procurado por clubes brasileiros, dentre eles o Internacional. O clube gaúcho fez contato com o estafe do jogador de 20 anos, mas a negociação não avançou.

Uma saída para o exterior este ano ainda é possível, mas uma ida pra outro clube do Brasil é improvável. Segundo informações do portal “Globo Esporte”, há uma cláusula de proteção ao Fluminense no atual contrato de empréstimo com a Tombense-MG, que vai até o fim de 2021. No acordo feito no início do ano, ficou definido que o vínculo só pode ser desfeito em caso de propostas do exterior e a única forma de um clube brasileiro contratar o atleta tricolor nesse período seria pagando a multa rescisória. E este valor seria considerado muito alto para o mercado nacional.

Procurado pelo Globo Esporte, o empresário de Evanilson, Márcio Barros, confirmou a existência da cláusula, mas disse que mesmo sem ela, no Brasil, o atacante não sairia do Fluminense para outro time brasileiro neste momento, em razão do carinho que tem pelo clube das Laranjeiras.

No entanto, a diretoria tricolor sabe que o jogador está valorizado e que propostas do exterior poderão continuar a chegar na atual janela europeia, que vai até outubro. Como não é dono da maior parte dos direitos econômicos do jogador (tem 10% + 20% de taxa de vitrine em caso de venda), o Fluminense não tem o poder de aceitar ou recusar qualquer oferta do exterior. Nos bastidores, porém, tenta manter sua joia ao menos até o fim do Brasileirão 2020.

No segundo semestre do ano passado, sem chegar a um acordo para renovação com o Fluminense, cujo vínculo se encerrava em fevereiro de 2020, Evanilson assinou um pré-contrato com a Tombense-MG, clube gerenciado por Eduardo Uram, um de seus representantes. Na época, ele chegou a negociar com o Benfica, de Portugal, mas as tratativas não avançaram. Com isso, acertou a permanência no Tricolor através de um empréstimo. O clube das Laranjeiras, anteriormente, possuía 60% dos direitos econômicos do atacante.

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Por Explosão Tricolor / Fonte: Globo Esporte

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