Fluminense sofre com a saída da Superbet e calcula perda de 20% nas receitas; diretoria negocia acordos com o elenco e prepara ida ao STF.

O cenário sem patrocínio de casas de apostas no futebol brasileiro causa um prejuízo profundo. O Fluminense sofre especialmente com essa ausência, pois perdeu o apoio financeiro da Superbet. Por causa disso, o clube enfrenta dificuldades para honrar seus compromissos e pagar os jogadores.
A diretoria tricolor admite publicamente que a situação não é confortável. Afinal, o clube estima uma perda de 20% nas receitas totais. Mesmo com esse rombo, a gestão tenta manter em dia os salários e os direitos de imagem do elenco. No entanto, já existem relatos de atrasos em alguns valores destinados aos atletas.
Acordos internos e folha salarial
Nos bastidores, a cúpula do futebol reconhece que o clube acumulou uma folha salarial elevada nos últimos anos. Para contornar o problema atual, a diretoria tenta honrar os pagamentos através de acordos específicos com os jogadores. Essas negociações envolvem acertos referentes a férias, luvas e direitos de imagem.
Estratégia jurídica e mercado da bola
Para solucionar o problema na raiz, o Fluminense aposta em uma saída jurídica. O clube espera que os recursos das apostas esportivas sejam liberados pelo governo. Portanto, a instituição vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) recorrer da medida, seguindo o mesmo caminho de outros clubes da Série A.
O objetivo principal da diretoria é muito claro. A gestão quer evitar a venda de jogadores além do estritamente necessário para fechar as contas, preservando assim a competitividade do time comandado por Marcão para a reta decisiva da temporada.
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