Decisão de assinar com o Fluminense, reencontro com Germán Cano, preferência por posição e muito mais; confira a coletiva de Marrony




Marrony (Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense F.C.)



Marrony concedeu a sua primeira entrevista coletiva no Fluminense

Recém-contratado pelo Fluminense, o atacante Marrony concedeu entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (22), no CT Carlos José Castilho. Confira abaixo todas as respostas do jogador:

Decisão de assinar com o Fluminense

“Eu saí do Rio e enfrentei muitas vezes o Fluminense, eu já conhecia. E também o momento que o time está vivendo, é um momento muito bom. Estar perto da família também. Não tinha lugar melhor. O Diniz fez uma ligação comigo. Me passou total confiança. No momento, a oportunidade que eu achei que tinha que ter era aqui. E hoje estou aqui, feliz, motivado e disposto a fazer o meu melhor.”

Telefonema de Fernando Diniz 

“Quando ele me ligou, eu falei que já estava um tempo sem jogar, sem ritmo de jogo. E ele me falou que ia me ajudar, que me conhece. Ele falou comigo que tentou me levar duas vezes, trabalhar comigo duas vezes, e eu falei que ia ajudar ele também. Então, ficamos até mais leve, de saber que o técnico te passou confiança. Então, estou aqui somente para ajudar e ser feliz.”

Reencontro com Germán Cano e Nathan

“Eu peguei o começo do Cano no Vasco. Super gente boa. Quando cheguei aqui ele veio falar comigo de um jeito como se tivesse me conhecido. Como falei quando cheguei aqui, foi um mês só. Mas quando cheguei aqui, ele o Nathan, que são dois jogadores que joguei junto, me receberam, me deram suporte, falaram como funciona. E eu fico muito feliz pelo Cano. Eu sei o quanto ele se dedica, sei do potencial dele. Que ele possa continuar nessa pegada, fazendo muitos gols e nos ajudando.”

Pensamento em títulos

“Desde que eu cheguei aqui o assunto é ser campeão. Temos duas competições em que estamos muito bem, o time está se dedicando bastante. O estilo de jogo do Diniz exige muita velocidade, dedicação, e vamos ganhando confiança. Estamos há nove partida sem perder. O pensamento é ser campeão.”

Estreia contra o Goiás

“Um começo muito bom, muito positivo. Todo mundo me deu boas vindas de um jeito muito bom, que eu não imaginava até. Não tenho dúvida que vou poder ajudar bastante. Domingo vou ter outra oportunidade, não sei se vou jogar ainda, mas o pensamento é positivo que eu posso fazer o melhor sempre, correr e me dedicar.”

Jogar em Volta Redonda

“Domingo vai ser na minha cidade. Todo mundo está feliz, meus amigos perguntando se eu vou. Sem dúvidas, vão fazer uma festa na arquibancada. Que possamos fazer uma festa em campo e devolver tudo aquilo que eles pensam e acham de nós. Eu sempre estou em Volta Redonda, final de semana passado estava lá, eu tive folga. Cidade pequena, que eu tenho um reconhecimento. Felipe Melo é de lá. Sou uma pessoa muito família, meu pai e todo mundo lá. Sempre que posso ir estou perto.”

O que não deu certo na Europa?

“Eu vejo pelo lado da adaptação. Em poucas reuniões que eu tive lá, a comissão técnica falava bastante em adaptação. Ao meu ver, eu já achava que estava bem. Mas acabei não tendo oportunidades. No dia a dia, em fazer a coisa certa, eu fazia tudo que pediam. Ao meu ver estava adaptado. Eu joguei dois jogos lá, como titular, mas depois disso não tive sequência, não tive oportunidades.”

Preferência por posição

“Eu saí do Vasco jogando pelo lado esquerdo. Mas o Sampaoli teve uma boa parte que me colocou de 9. Eu tive poucas oportunidades na Dinamarca. Não consegui definir bem minha posição lá. Mas o Diniz me conhece, disse que posso jogar de ponta ou de 9. Mas se me perguntarem, estou mais adaptado à ponta esquerda.”

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Por Explosão Tricolor

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