OPINIÃO: Atuação de bosta do Fluminense em La Paz; a conta é do Zubeldía




Em atuação apática na altitude, Fluminense perde para o Bolívar com dois gols de Robson Matheus e cai para a última posição do grupo na Libertadores.
FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Vinicius Toledo detona postura apática do time na altitude, critica escolhas táticas de Zubeldía e alerta para o risco de eliminação precoce na Libertadores.

Por Vinicius Toledo

Fala, galera tricolor! Vou mandar logo o papo reto para vocês. O que vimos hoje na Bolívia foi uma atuação de bosta do Fluminense. Mas não foi uma bosta qualquer: foi bosta ao cubo. Uma atuação constrangedora de alguns jogadores que pareciam estar jogando em câmera lenta, como foi o caso do Ignácio.

É inadmissível. Eu sei que tem a questão da altitude, mas não dá para passar pano.

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A conta do Zubeldía

Essa derrota vai muito para a conta do Luis Zubeldía. Como é que ele escala um time ofensivo, com o Savarino no meio e pontas como Canobbio e Serna, que a gente sabe que só servem para marcar e correr? Esses caras não fazem gol nem no Maracanã, no nível do mar e com gramado bom, imagina na altitude, onde você tem que ter um “jeitinho” para bater na bola senão ela para em Potosí?

O Savarino foi totalmente nulo e o Serna acho que nem encostou na bola. Castillo, na única chance que teve, ficou perdido. O time estava morto.

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Foto: Lucas Merçon / Fluminense FC

O ferrolho que não existiu

Eu avisei hoje de manhã em um grupo de amigos: o Fluminense não tinha que jogar “pra dentro” do Bolívar. Tinha que montar um ferrolho. Bloquear cruzamento e chute de longa distância, que é a marca registrada de quem joga em La Paz. Tinha que jogar por uma bola, botar o John Kennedy para tentar achar um contra-ataque. O Bolívar deu espaço para isso, mas o Fluminense não tinha perna, os caras estavam andando em campo.

Expulsão infantil e o prejuízo para a decisão

Para piorar o que já era trágico, o Bernal foi expulso. Foi um “cabaço”. Já tinha levado o amarelo, era para ficar quieto, mas conseguiu ser expulso e agora desfalca o time no jogo mais importante do ano, na semana que vem, contra o Independiente Rivadavia.

O cenário para Mendoza

Agora a coisa ficou preta. Somos os lanternas do grupo. Vamos enfrentar o Internacional pelo Brasileiro, provavelmente com reservas, porque o foco agora é total na Argentina. Mas chegaremos lá sem Martinelli, sem Bernal e sem o Lúcio Acosta.

Eu estou com a minha passagem comprada para Mendoza, fico lá de segunda a quinta. Vou lá ver se a gente consegue um milagre, porque do jeito que está, periga a gente não pegar nem vaga para a Sul-Americana.

A coisa tá feia, galera.

Um grande abraço e Saudações Tricolores!

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Sobre Vinicius Toledo 1437 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!