Drubscky comenta sobre as críticas e a pressão




Drubscky encarará o grande desafio da sua vida. O currículo acanhado, com um título paraibano e um brasileiro da Série D, é justificado pelo pouco tempo que teve para deixar as equipes à sua feição. A quatro jogos de um titulo estadual do Rio, pressa em acertar é justamente o que precisará ter para alcançar o que seria o auge de sua carreira até aqui. Autor de dois livros sobre táticas de futebol, como todo escritor, também é leitor. No Fluminense, lê os jornais do dia seguinte às vitórias, mas prefere fugir das manchetes depois de uma derrota. Até porque a crítica que recebe é mais ou menos a mesma desde que chegou às Laranjeiras.

– Se fosse ler tudo, estaria lascado. Falou-se muito da desconfiança, que eu não tinha perfil para o Fluminense… Evito um pouco, se não venho com o cabeção quente para o treino – afirmou.

Há 18 dias no clube, Drubscky batalha para deixar o time mais perto do que acha ideal. Se tiver o respaldo da diretoria, poderá ter o primeiro trabalho duradouro e provar que a falta de tempo sempre foi o que o separou das grandes vitórias. Mas não tem jeito: para sonhar com o futuro, é preciso ganhar no presente. O que vale agora é o Botafogo.

– Não se ensaia um conjunto de 11 peças em campo no estalar de um dedo. São 18 dias intensos, estou vivendo com o pé no chão – disse.

Por Explosão Tricolor / Fonte: Extra

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