⚠️ EDITORIAL: Fracasso do Fluminense é “projeto” para empurrar a SAF, dispara Vinicius Toledo

Colunista do Explosão Tricolor alerta para risco real de saída do G4 e eliminação na Libertadores, e critica postura da diretoria diante do caos no futebol.




Toledo detona gestão do Fluminense: "Quanto pior melhor"
Foto: Fluminense FC

Em editorial contundente, Vinicius Toledo analisa a manutenção de Zubeldía após vexame na Copa do Brasil e aponta fracasso como “projeto” visando a aprovação da SAF.

Vinicius Toledo detona gestão do Fluminense: "Quanto pior melhor"
FOTOS: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

(Por Vinicius Toledo)

Fala, galera tricolor!

O clima nas Laranjeiras é de terra arrasada. Mesmo após um dos maiores vexames da história do Fluminense Football Club, com a eliminação precoce nas oitavas de final da Copa do Brasil para o rival Vasco da Gama, o técnico Luis Zubeldía segue bancado no cargo.

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A manutenção do treinador argentino, a esta altura, não me causa surpresa. Na verdade, ela só confirma algo que venho alertando desde 2024 aqui no Explosão Tricolor: a tese do “quanto pior, melhor”.

É preciso ter coragem de olhar a verdade nua e crua: o fracasso retumbante do futebol tricolor nesta temporada não é obra do acaso, fruto de má sorte ou incompetência pura e simples. O fracasso é um projeto. E nesse projeto macabro, a SAF (Sociedade Anônima do Futebol) é apresentada como a suposta e única solução salvadora. Essa é a verdade que se escancara diante dos nossos olhos.

O Caminho Pavimentado para o Caos

Deixando de lado, momentaneamente, o tema da SAF, é fundamental analisar o cenário esportivo imediato. O Fluminense vive uma situação dramática.

No Campeonato Brasileiro, ocupamos a quarta colocação, mas estamos em zona de alerta máximo. Em caso de derrota no clássico deste sábado contra o Botafogo, o Tricolor poderá perder até duas posições, saindo do G4 e complicando severamente a briga por uma vaga direta na Libertadores de 2027.

É lamentável e revoltante ver que o futebol tricolor está completamente entregue à própria sorte, “largado” à própria miséria. A letargia é visível, com o time parecendo estar “andando em campo” em momentos decisivos.

O roteiro das próximas duas semanas parece desenhado para a tragédia, e a diretoria parece assistir a tudo de camarote. Caso os fiascos esportivos se concretizem, saída do G4 e eliminação na CONMEBOL Libertadores para o Independiente Rivadavia na próxima terça-feira, a reação será esquizofrênica: a torcida vai chorar copiosamente, os jogadores em campo vão demonstrar total apatia, e, pasmem, a diretoria vai dar gargalhadas nos bastidores.

Por que gargalhadas? Porque a estrada para a SAF estará totalmente pavimentada com os escombros da temporada. Diante do “caos total”, o discurso único e desesperado de “ou aprova a SAF do jeito que está, ou então o clube fecha as portas” ecoará por todos os cantos e microfones. O objetivo é claro: fazer com que os sócios e torcedores entrem em pânico e, consequentemente, votem pela aprovação da venda do controle do futebol, sem questionamentos e sob coação.

O Clássico e a Esperança Divina

Voltando ao foco do presente, temos o importante Clássico Vovô contra o Botafogo, neste sábado (08/08), às 21h, no Nilton Santos.

Sendo muito realista, imagino que o técnico Luis Zubeldía não fará grandes mudanças na equipe titular, insistindo em um modelo que não tem dado frutos. Mesmo assim, como tricolor apaixonado e na esperança, ou seria “viagem ?”, de ver um time competitivo, deixo aqui a minha opinião sobre como eu formaria o time para este duelo decisivo.

Eu entraria com o Fluminense no esquema 3-5-2, buscando dar mais solidez defensiva e amplitude pelos lados. Minha escalação seria: Fábio no gol; um trio de zaga formado por Ignácio, Igor Rabello e Jemmes. Nas alas, improvisaria/escalaria Júlio Fidelis na direita e traria o Canobbio para a esquerda. O meio-campo teria Martinelli, Nonato e Ganso. E no ataque, a dupla de peso: Soteldo e Hulk. Manteria o Rodrigo Castillo como opção imediata no banco para explorar o jogo aéreo, caso necessário.

No entanto, pensar em essa ou qualquer outra alternativa diante do cenário atual é apenas uma “viagem” mesmo. A realidade nua e crua é que o Fluminense seguirá sendo um time pessimamente treinado e, infelizmente, só ganhará se o cara lá de cima quiser e intervir.

A situação é limite. Acorda, Fluminense!

Forte abraço e ST.

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Sobre Vinicius Toledo 1918 Artigos
Criador do Explosão Tricolor, Vinicius Toledo atua na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014, com mais de 1.700 matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política do clube. Administrador de empresas com especialização em Finanças e Marketing, dedica-se à análise técnica e independente sobre os rumos da instituição. Saudações Tricolores!

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