Ex-Netflu e Extra relata série de impedimentos para cobrir o clube e aciona a ACERJ; reunião na próxima terça definirá os próximos passos.
O jornalismo esportivo vive um momento de alerta nos bastidores das Laranjeiras. O jornalista Paulo Brito, com longa trajetória na cobertura do Fluminense, denunciou um processo de cerceamento ao seu exercício profissional por parte da diretoria do clube.
Brito, que hoje atua de forma independente, relatou ter sido impedido de cobrir as eleições na sede e a posse do presidente Mattheus Montenegro. O caso se agravou recentemente com sua exclusão do grupo oficial de comunicação do clube, onde são enviados materiais básicos de pauta e escalações.
“Não enxergo esse episódio como um ataque isolado a um profissional, mas como mais um ataque à imprensa”, desabafou o jornalista.
Posicionamento e ACERJ
O profissional procurou Ronaldo França (Diretor de Comunicação e Marketing) e Marcelo Ahmed (Gerente de Comunicação), mas não obteve resposta.
Diante do silêncio dos representantes do Fluminense, Paulo Brito acionou a ACERJ – Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro. Orientado por Rafael Marques, Diretor Financeiro da ACERJ e jornalista da ESPN, ele enviou uma carta à presidente da entidade, Martha Esteves. Uma reunião está marcada para terça-feira, no Centro do Rio, para discutir o imbróglio.
O Explosão Tricolor entrou em contato com a gerência de comunicação do Fluminense para saber o posicionamento do clube, mas não obteve resposta até o fechamento da matéria.
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