No Limite – Convivendo com a covardia tática e a previsibilidade




Roger Machado (Foto: Lucas Merçon / Fluminense F.C.)



Salve aristocrática torcida tricolor, estou de volta para falar mais uma vez do Fluzão, dessa vez entristecido pela derrota na final do “Covidão-21”, mas sempre de cabeça erguida e projetando o futuro, que é o mais importante.

Dia desses, a Globo estreou seu novo “Reality show”, o “No Limite”, que consiste basicamente em provas de sobrevivência em ambiente inóspito, intrigas entre participantes e tretas em geral, típico dos nossos tempos. Rapidamente lembrei do nosso Tricolor pós-derrotas na Liberta e para o Fla ao me deparar com o nome do programa: estamos de fato, No Limite.

Embora reconheçamos pequenos avanços administrativos e estruturais no último ano, nós torcemos para um clube de FUTEBOL e precisamos de RESULTADOS, me reconheço em todos os setores da torcida do Flu, exaltados e moderados, entretanto, todos concordamos que necessitamos de um título, pois já são quase dez anos sem nenhuma taça.

O bom senso indica que não existe receita simples que pavimente o caminho para o sucesso, mas a covardia tática e a previsibilidade – marcas do atual comando técnico –  com certeza só nos distanciam da rota selada há mais de cem anos pelo destino ao Fluminense: a glória.

Óbvio Ululante…..

– O esquema 4-3-3 com a atual configuração do elenco, já se mostrou ineficiente, para dizer o mínimo…

– O maior problema do elenco do Fluminense não é a falta de opções, e sim, o desequilíbrio. Defesa e ataque competentes, meio de campo inoperante, muito em função do esquema tático.

– O problema da lateral-esquerda já ultrapassou os limites do mais paciente torcedor do Flu.

– Cazares está devendo. E muito. Mas ninguém aguenta mais o Nenê e suas “nadegadas”.

– A condição física do Bobadilla faz Fred parecer um garoto de vinte anos, impressionante.

Vitor Costa



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