O verdadeiro início de temporada do Fluminense




Marcos Felipe (Foto: Lucas Merçon / Fluminense F.C.)

Sim, desperdiçamos seis meses com o Roger Machado. Dito isso, precisamos olhar pra frente tendo em mente que o elenco do Fluminense é uma tela em branco para o novo técnico, Marcão, que ao contrário das outras vezes em que assumiu não vai poder – nem deve – absorver nada do trabalho anterior. Sendo assim, espero que a montagem do novo time obedeça critérios puramente TÉCNICOS, ou seja, sem influências externas, conluios ou “hierarquia de vestiário”, portanto, joga quem estiver melhor.

Por óbvio que Marcão não é inocente, tem vivência dentro e fora de campo. O não tão novo comandante conhece o Fluminense como poucos e não fará mudanças abruptas ou grandes mexidas em atacado. Ele sabe que precisa respeitar o tempo de cada jogador, e pela minha percepção, a transformação se dará de maneira “lenta, gradual e segura”, sustentada pelos resultados e pela melhora do desempenho. Sem eles, nenhum treinador consegue mudar nada.

Defendi o nome do Marcão pelas circunstâncias. Até gostaria de ver alguém de fora do Flu, com ideias novas, modernas, mas como a questão financeira e a pressa para retomar o crescimento pesam. No entanto, a escolha mais fácil acaba sendo também a mais acertada. Planejar futebol é difícil, sabemos, mas a péssima escolha da diretoria em trazer o Roger Machado se tornou uma tormenta a partir da demora em demiti-lo.

O ÓBVIO ULULANTE…

– André vem se tornando a base do meio de campo do time, como vem jogando o rapaz. E pensar que poderia parar no rival…

– O que houve com o Kayky? Respostas nos comentários, por favor…..

– Nonato foi uma grata surpresa, vai ajudar bastante na sequência da temporada.

– Gabriel Teixeira possui todas as ferramentas para se tornar um bom jogador. Porém, os seus erros em momentos decisivos o atrapalham, alguém precisa ajudar o garoto…

Vitor Costa

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