Em nova coluna, Lindinor Larangeira destaca a força da base tricolor e traça paralelo promissor entre revelação atual e ídolo histórico.
“Treino é treino. Jogo é jogo”. A máxima de Didi, lá na Copa de 1958, nunca deixou de ser atual. Criticado por muitos, o amistoso do Fluminense contra o Nova Iguaçu, na última quarta-feira, trouxe lições que vão muito além do placar de 6 a 1 ou da estreia de Hulk. Para o colunista Lindinor Larangeira, o grande trunfo da noite foi a valorização da nossa base.
A essência de Xerém
Ao fim da partida, o Fluminense terminou em campo com uma escalação majoritariamente formada em Xerém. Com nomes como Marcelo Pitaluga, Júlio Fidelis, Ruan Sales, John Kennedy, Keven Samuel e Riquelme Felipe, o Tricolor mostrou que, quando aposta no celeiro de talentos, reencontra sua própria história.
Larangeira destaca que nomes como Júlio Fidélis e Riquelme Felipe pedem passagem e merecem mais minutagem neste retorno de temporada. O chamado fica para o técnico Luis Zubeldía: “Que tal dar mais oportunidades para essa rapaziada?”.

Um novo “Kléber” na área?
Um dos pontos altos da coluna é a comparação feita pelo autor ao observar o garoto Ruan Sales. Para Larangeira, a elegância, a cabeleira e a personalidade em campo lembram o eterno Kléber, meia que brilhou no Fluminense entre 1973 e 1980 e formou o memorável meio-campo com Pintinho e Rivellino.
“Se teremos uma reedição de Kléber nessa segunda década dos anos 2000, só o tempo dirá”, pondera o colunista. Por ora, o que fica é a impressão positiva e a torcida para que o Fluminense continue colhendo os frutos de sua base.
Para ler a coluna completa de Lindinor Larangeira e conferir todas as reflexões sobre o momento tricolor, continue acompanhando o Explosão Tricolor.
ST!
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