Risco de mudança de estádio? Palmeiras enfrenta barreiras da PM para receber o Fluminense na Libertadores

Para cumprir a regra da Conmebol e ceder 4 mil lugares aos tricolores, clube paulista precisa atualizar AVCB e plano de segurança sob risco de vetos.

Palmeiras corre risco de não jogar no Nubank Park contra o Fluminense por exigências da PM. Confira!

Segundo o jornalista Thiago Salazar, Palmeiras pode não jogar no Nubank Park contra o Fluminense por exigências da PM para carga de visitantes.

Palmeiras corre risco de não jogar no Nubank Park contra o Fluminense por exigências da PM. Confira!
Conmebol Libertadores

Por Redação Explosão Tricolor

A polêmica sobre a carga de ingressos nas semifinais da Copa Libertadores ganhou um capítulo explosivo. O jornalista Thiago Salazar, da Gazeta Esportiva, trouxe a informação de que é real a possibilidade do Palmeiras não conseguir mandar o jogo de volta contra o Fluminense em seu estádio.

O motivo passa longe de birra e esbarra na burocracia e na segurança pública. O regulamento da Conmebol é implacável: a partir das semifinais, o time mandante é obrigado a ceder, no mínimo, 4 mil lugares para a torcida visitante. Como o setor visitante habitual do estádio palmeirense comporta cerca de 2 mil pessoas, o clube precisou acionar a Polícia Militar para tentar dobrar a capacidade do espaço.

As exigências da Polícia Militar

A resposta da PM chegou nesta terça-feira e colocou a diretoria paulista em situação de alerta máximo. A corporação impôs barreiras duras para autorizar a mudança:

  1. Alto risco: A polícia avalia que a ampliação da carga visitante é uma operação complexa e de alto risco.

  2. AVCB pendente: O clube precisa atualizar urgentemente o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

  3. Plano estrutural: É obrigatório o envio de um projeto operacional e estrutural atualizado para comportar o dobro de torcedores rivais.

Enquanto corre contra o tempo para tentar atender às exigências das autoridades públicas — sob o risco real de ter que levar a partida para outro local se falhar —, a diretoria palmeirense tentou o “tudo ou nada”. O clube pediu à Conmebol a liberação de 10% da carga do Maracanã para o jogo de ida.

Resposta da Conmebol e postura do Flu

A entidade sul-americana, no entanto, lavou as mãos. A Conmebol avisou que não vai interferir e que qualquer alteração na carga do Maracanã só ocorrerá se o Fluminense concordar voluntariamente por uma questão de bom senso.

Com o regulamento embaixo do braço e a diretoria vigilante após a viagem de Mário Bittencourt e Mattheus Montenegro a Luque, o Tricolor segue firme na defesa de seus direitos. Agora, cabe aos paulistas resolverem o nó gódio criado em sua própria casa para saber onde a bola vai rolar no dia 21 de outubro.

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Sobre Vinicius Toledo 2094 Artigos
Criador do Explosão Tricolor, Vinicius Toledo atua na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014, com mais de 1.700 matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política do clube. Administrador de empresas com especialização em Finanças e Marketing, dedica-se à análise técnica e independente sobre os rumos da instituição. Saudações Tricolores!

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