Reclamação contra o VAR, substituições no segundo tempo, liderança mais distante e muito mais: leia a entrevista coletiva de Eduardo Barros




Eduardo Barros (Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense F.C.)



Eduardo Barros comandou o Fluminense na ausência do suspenso Fernando Diniz

O auxiliar técnico Eduardo Barros concedeu entrevista coletiva após o empate do Fluminense em 2 a 2 com o Santos, na noite desta segunda-feira (01/08), na Vila Belmiro, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Confira abaixo todas as respostas:

Liderança mais distante

“A gente não olha para o Palmeiras, olha para a nossa equipe e para a maior pontuação possível na competição. A distância de sete pontos já foi de 10. Temos um jogo em casa, temos uma combinação que pode permitir pontuar mais. No final do ano, vamos ver em que colocação vamos terminar.”

Reclamação contra o VAR

“É mais um evento que mancha o futebol brasileiro. É inadmissível um espetáculo de dois grandes clubes termine em incompetência do VAR. Não quero nomear o profissional responsável pela decisão, que deveria ter, no mínimo, chamado o Bráulio (da Silva Machado, árbitro). Uma situação que já está escandalosamente cravada como penalidade por todos. Definiu de forma triste e infeliz a partida.”

Substituições no segundo tempo

“A gente precisava manter a formação, mas com características diferentes de alguns atletas. Eles tinham a vantagem, e era natural que recuassem as linhas. Precisávamos que a bola chegasse com qualidade ao ataque. Conseguimos fazer isso no segundo tempo e tivemos volume de jogo.”

Desgaste físico 

“Hoje, tivemos que reverter um placar adverso e tivemos competência e condição física para fazê-lo. Passamos mais de 60 minutos correndo atrás do resultado. Não sei se o desgaste foi determinante para o resultado. Agora, duas semanas abertas depois de uma maratona dessas será essencial. Não só para descansar os jogadores, mas também para fazer os ajustes que o Diniz quer.”

Alexsander entre os relacionados

É um processo. O Alexsander já fez alguns treinos conosco, principalmente no dia após o jogo. Ele, assim como muitos outros jovens promissores de Xerém, tem aparecido para treinar. Se destacou, hoje tivemos ausências, e abriu uma vaga para compor a lista.

Relação com Fernando Diniz

“Conheço o Fernando Diniz há quase uma década. Fui assistir um jogo da segunda divisão paulista e me encantei. Já era apaixonado pelo jogo, pela profissão, e vi uma equipe que expressava a visão de jogo e visão de mundo do treinador. Alguns anos depois, surgiu um convite para trabalhar na comissão técnica dele. Esse é o quarto clube que eu trabalho com o Fernando. São quase três anos de parceria.”

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Por Explosão Tricolor

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