Um ano sem obras, Fluminense corre para ter CT em 2016




No último dia 11/03, completou 1 ano do lançamento do projeto do CT. E até agora nada. As obras ainda nem tiveram início. Pedro Antônio,vice de projetos especiais, justifica:

– A obra, realmente, não começou. Mas uma obra começa pelo projeto. Depois tem o licenciamento. É uma das coisas mais importantes. Muitas vezes se reclama na área pública dos aditivos, que são surpresas na área de executar. Isso acontece pois o projeto não é bem feito. Não é o nosso caso. Fizemos o que tínhamos de fazer. Depois, o licenciamento ambiental demorou. Em média, no Estado, é um processo que leva até um ano e meio. Vencemos esta etapa. Houve ainda a necessidade de fazer o comodato de terreno ao lado. Como não há rua na região, precisamos dessa área para poder começar a obra. E foi preciso repetir o pedido de licenciamento ambiental.

E vai mais além:

– Não considero erro. Ficou claro que dependíamos de captação de recursos. O sonho do CT existe há muito tempo, e começamos a torná-lo realidade. Mostramos o projeto, o que havia sido desenvolvido, as dificuldades que enfrentaríamos e estamos cumprindo. Se há um ano tivéssemos os recursos, a situação seria a mesma. Estamos, agora, em condições de começar a obra. Dependemos essencialmente de recursos. Ou obtenção de material. O clube não tem condições de bancar sozinho.

Porém, acredita na conclusão parcial para o prazo estipulado.

– É complicado, mas ainda viável. Nós corremos (contra o tempo). É viável ter os campos somado a instalações básicas, como vestiário e fisioterapia. A hospedagem, talvez, não – reconhece Pedro Antônio.

O novo projeto do CT, que levará o nome de Celso Barros em homenagem ao presidente da Unimed, prevê a construção de três campos, sendo dois deles com medidas oficiais, caixa de areia, duas quadras de vôlei de praia, piscina de 25 metros, academia, departamento médico, dormitório com 68 quartos , alojamento para a comissão técnica, sala de imprensa, área de lazer para os jogadores com piscina e churrasqueira, três estacionamentos (imprensa, atletas e clubes visitantes) e ainda uma área destinada à administração do local.

Por Explosão Tricolor/ Fonte: GloboEsporte/ Foto: Nelson Perez