Vamos virar a chave




Germán Cano (Foto: Lucas Merçon / Fluminense F.C.)



Tricolores de toda a terra, longe de querer conter os sentimentos dos irmãos tricolores à cerca de tudo que ocorreu nos últimos dias, e muito menos minimizar o tamanho do problema financeiro e da bizarra negociação do Luiz Henrique, mas é preciso virar a chave.

De fato, as ocorrências desta semana contaminaram o ambiente tricolor, deixando a torcida em um mar de depressão em meio a bonança. Sim, fomos apunhalados no momento que não imaginávamos. Sei o que todos estão sentindo, pois também sinto, e estou amargurado. Mas é preciso levantar e andar, pois o Fluminense precisa de cada um de nós, e temos uma decisão na quarta-feira.

O nosso ano será decido amanhã amigos, e precisamos estar focados nesta partida, e deixar a amargura de lado pelo menos nesse momento. Diante disso, faço um pedido de trégua. Vamos liberar energias positivas neste momento, pois além da classificação trazer uma perspectiva desportiva, ela trará a realidade financeira, pois avançando à próxima fase, receberemos 3 milhões de dólares (R$ 15,4 milhões), sendo 1 milhão de dólares por cada jogo como mandante. Ou seja, mais que uma vitória desportiva, conseguiremos um alívio financeiro.



Sobre o jogo, sabemos o quão difícil é jogar lá contra os times paraguaios, e como os mesmos se comportam em situações como essa.

Para o jogo de amanhã, creio que o Olimpia poderá adotar o esquema com 3 zagueiros, jogando com Salcedo, Alcaraz e Zárate, liberando assim seus alas visando ganhar pelo menos 5 jogadores no meio-campo e 2 no ataque.

O Olimpia independente da formação, irá nos marcar alto, e precisamos ter paciência, e redobrar a nossa marcação. Dobrar a intensidade será vital. Mais uma vez clamo ao Abel Braga, “põe o Jhon Arias, Abelão“. Digo isso, pelos motivos que todos que me acompanham já sabem, a capacidade que o ARIAS tem de fazer a primeira marcação com maior intensidade e pressão, bem como a recomposição rápida quando perdermos a bola e a transição ofensiva rápida.

Outro ponto que reputo como preponderante, é não descermos demais a nossa terceira linha, e termos sempre o escape para a saída de contra-ataque. O Abel tem tido o péssimo hábito de outros técnicos que passaram pelo Fluminense, de manter os pontas jogando muito baixo, muitas vezes marcando cobranças de escanteios. Se isso acontecer, sofreremos uma pressão intensa, pois o time do Olimpia acabará jogando com todas as suas linhas no nosso campo.

Creio que se conseguirmos não ser vazados no primeiro tempo, o jogo ficará mais fácil no segundo, tendo em vista a natural diminuição do ritmo do jogo. A partir disso, teremos a chance de encontrar o gol que apaziguará os ânimos.

Enfim amigos, independente de qualquer coisa, queremos o Fluminense no mais alto lugar.

“Vamos tricolores, chegou a hora, vamos ganhar a libertadores…”

Leandro Quintella

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Por Explosão Tricolor

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