Zubeldía admite sofrimento desnecessário e explica porque John Kennedy bateu pênalti no lugar de Savarino




Luis Zubeldía analisou a vitória do Fluminense sobre o Operário-PR
Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

Técnico tricolor lamenta chances perdidas para “matar” o jogo contra o Operário-PR e detalha hierarquia de batedores após erro do camisa 9.

O sentimento de alívio pela classificação do Fluminense às oitavas de final da Copa do Brasil veio acompanhado de uma ponta de frustração para o técnico Luis Zubeldía. Em entrevista coletiva após a vitória por 2 a 1 sobre o Operário-PR, nesta terça-feira (12/05), o comandante argentino reconheceu que a equipe poderia ter tido uma noite muito mais tranquila no Maracanã.

A ânsia pelo gol

Zubeldía elogiou o volume ofensivo da equipe, mas apontou que a pressa excessiva acabou gerando erros bobos que mantiveram o adversário vivo na partida.

“Quando tivemos para matar, aconteceu esses acidentes que acontecem nos pênaltis. São coisas pontuais. São partidas de Copa, se complicam. O rival pode estar em um bom ou mau momento, mas são partidas de Copa. Fico com o rendimento e ajustar esses detalhes defensivos. Uma vez mais, não merecíamos sofrer para selar a classificação”, desabafou o treinador.

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Luis Zubeldía lamentou o sofrimento desnecessário do Fluminense
Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

Por que John Kennedy bateu o pênalti?

Um dos pontos mais questionados pela torcida foi a mudança de batedor no segundo tempo. Após Savarino converter a primeira cobrança com categoria, John Kennedy assumiu a bola na segunda oportunidade e acabou acertando o travessão. Zubeldía explicou que a decisão foi programada e contou com a anuência do venezuelano.

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“Sempre temos dois batedores. Colocamos um encarregado pelo pênalti, no caso é o Savarino e um segundo, que é o John Kennedy. Como tivemos dois pênaltis, por uma situação que o Savarino não queria voltar a bater. Tem treinador que tem um batedor, eu tenho dois. Está programado”, revelou o comandante tricolor.

Foco no ajuste defensivo

Apesar das críticas e das vaias ao fim do jogo, o técnico preferiu valorizar os “70 ou 80 minutos muito bons” da equipe, mas admitiu que a prioridade era passar de fase, independentemente do susto final. Agora, o treinador terá o restante da semana para corrigir os “detalhes” citados antes do jogo contra o São Paulo, no sábado (16/05), às 19h, no Maracanã, pela 16ª rodada do Brasileirão.

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