BTG Pactual assume papel de única representante do Fluminense no mercado; entenda a situação




Foto: Reprodução / Facebook



O presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, e integrantes de sua diretoria se reuniram nesta segunda-feira com o representantes do Banco BTG Pactual, em São Paulo. A ideia foi realizar uma reunião de trabalho preparatório para a modelagem de um projeto de investimento no clube. Em junho deste ano, foi anunciado que parceria também visava a busca por investidores e avançar em discussão sobre SAF.

Na prática, somente o BTG tem o mandato para falar em nome do Fluminense na interlocução com o mercado. Na reunião desta segunda-feira, foi discutido o reforço da estrutura financeira do Fluminense, com consequentes ganhos de competitividade.

— Tivemos avanços importantes hoje. A cada reunião subimos mais um degrau nessa escalada, e podemos vislumbrar melhor o cenário que se projeta para o Fluminense com a atração de parceiros e investidores num futuro próximo. Ficou claro para nós que poderemos seguir um caminho de sucesso sem abrirmos mão de nossa essência, que é o respeito à nossa torcida e seus anseios — explicou o presidente Mário Bittencourt.

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Nesse tempo, foram realizadas diversas reuniões de trabalho entre as equipes para troca de informações, avaliação de ativos, entendimento da situação do Fluminense e verificação de seus registros contábeis. O resultado é um relatório completo com projeções e sugestões de encaminhamento, que ainda não poderá ser divulgado por restrição contratual e confidencialidade.

As tratativas para essa operação se iniciaram no ano passado, mas se concretizaram em junho deste ano, quando o BTG Pactual e o Fluminense assinaram o mandato formal que deu ao banco o direito exclusivo de assessorar o clube no desenvolvimento do futuro acordo de investimento e mesmo na busca de investidores.

— Há 60 dias, nós assinamos com o BTG Pactual para entender a situação financeira do Fluminense e entender o estado atual de nossas dívidas. Nosso acordo inicial é para estudo do nosso trabalho, vermos que fizemos até aqui. Entregamos, 50, 60 páginas ao banco e confirmou as nossas impressões de melhoria — declarou o presidente, em junho.

— Venho falando que a dívida vai ser equacionada em mais quatro anos. Mesmo com esse nosso trabalho, sempre estivemos atentos às movimentações de mercado. Há 60 dias assinamos um primeiro acordo com o BTG para fazer uma análise, assim como opções para redução do tempo de equacionamento. O banco fez estudo do nosso trabalho, dos números. Isso virou um trabalho de 50, 60 páginas sobre a avaliação do trabalho. E confirmou as impressões de melhoria. O banco informou que o custo proporcional é baixo e superior de investimento com os demais clubes. Estamos desempenhando acima do que investimos — completou.

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— Tenho a alegria de dizer que assinamos um contrato, um mandato para que possam ir ao mercado buscar operações para reduzir a dívida e possibilitar investimentos em tempo mais curto do que esperávamos. Vamos tentar atrair investidores para equacionar a dívida e fazer mais investimentos no time de futebol, que é o grande desejo para que a torcida possa ter mais alegrias. A análise envolve busca de investidores e está dentro a análise futura de uma SAF. Contratamos eles e essa análise envolve eventual constituição ou não, de diferentes formas. Mas também há outras duas opções. A partir de hoje o Fluminense tem assessoria para que depois de todo trabalho possa ir ao mercado buscar investidores e para que aumente os investimentos no futebol a médio e longo prazo. Depois desse trabalho vamos apresentar as opções e avaliar o caminho.

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Por Explosão Tricolor

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