Cenário devastador




Foto: Vinicius Toledo / Explosão Tricolor



Se faltava algo para uma parte da torcida cair na real de que o futebol do Fluminense vem sendo conduzido de forma amadora, acho que depois da derrota para o Ceará por 1 a 0, na Arena Castelão, não falta mais. A atuação tricolor na capital cearense foi algo digno de justa causa em todo o departamento de futebol.

O Fluminense ficou com um jogador a mais desde os 28′ do primeiro tempo. E foi a partir daí que o péssimo trabalho realizado no futebol tricolor ficou escancarado para o mundo inteiro ver. Infelizmente, a equipe tricolor não sabia o que fazer com a bola. Pois é, o Marcão “copiou e colou” o modelo de jogo fracassado do Roger Machado.

Na volta do intervalo, Fred saiu do banco para atuar ao lado do Abel Hernández, ou seja, a ordem era “chuveirar” na área do Ceará. Em pleno 2021, essa foi a “grande sacada” do Marcão para tentar virar o jogo. Bola rolando com triangulações, jogadas ensaiadas e outras ações ofensivas? Não, isso é algo muito complexo para ser trabalhado. E lá vamos nós com futebol no modo “anos 90″…

No banco, Wallace ignorado. Estrelando a mais nova versão do “Esqueceram de mim“, Matheus Martins, que ficou no Rio de Janeiro, pois o visionário Marcão preferiu relacionar Lucca, Bobadilla, Matheus Ferraz, etc… 

O mais incrível é que o Ceará teve chances para ampliar o placar mesmo com um a menos. Outra situação que escancarou o péssimo trabalho da comissão técnica é que o David Braz teve que sair da defesa para executar a função de armador do time. Já o Caio Paulista segue brigando feio com a bola, mas com lugar cativo entre os titulares. Até os times de pelada no Aterro do Flamengo são mais organizados que esse atual Fluminense.

Fred, que chegou a dar instruções ao time quando ainda estava no banco de reservas, deu uma declaração após o apito final, que resumiu bem o jogo e o trabalho da comissão técnica: “Com um a mais, não tivemos criação. Muita bola na área, aí realmente fica mais difícil de fazer gol“.

É muito triste ver o futebol do Fluminense ser conduzido de forma descompromissada e com a ambição de apenas sobreviver para “enxugar gelo” das dívidas e sustentar cabos eleitorais em todas áreas do clube. Será que esses caras realmente são tricolores?

Como bem diz o meu amigo Vilella Viajante Tricolor: “CENÁRIO DEVASTADOR“.

Observações:

– O time joga com dois zagueiros, mas o Marcão relacionou cinco. Alguém consegue explicar essa?

– Faltam nove rodadas, mas a sensação é a de que o pesadelo não terá fim.

– R$ 7 milhões no Robinho (Pedro Abad), R$ 8 milhões no Caio Paulista (Mário Bittencourt)… O Fluminense é uma mãe!

– A atuação do Fluminense honrou o dia de Hallowenn.

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Forte abraço e ST

Vinicius Toledo



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