Entidade máxima do futebol sul-americano barrou a transferência do duelo contra o Independiente Rivadavia para Cochabamba devido aos protestos na Bolívia.
Os desdobramentos políticos na Bolívia afetam diretamente o encerramento da fase de grupos da Conmebol Libertadores. Por conta dos intensos protestos da população local que exige a renúncia do presidente do país, o Estádio Hernando Siles, em La Paz, dificilmente reunirá as condições de segurança necessárias para receber o confronto entre Bolívar e Independiente Rivadavia.
De olho nesse problema, a diretoria do Bolívar buscou uma alternativa para tentar manter o duelo na altitude. O clube boliviano enviou uma solicitação oficial à Conmebol para transferir o compromisso para o Estádio Félix Capriles, localizado na cidade de Cochabamba, que fica a 2.570 metros acima do nível do mar.
Entidade máxima barra o plano alternativo
Apesar do esforço dos donos da casa, a entidade máxima do futebol sul-americano rejeitou o plano do clube. De acordo com informações apuradas pelo canal Deporte Total, a Conmebol vetou a mudança para Cochabamba após constatar que o município escolhido também registra diversos pontos de manifestações e bloqueios nas vias públicas.
A recusa cria um verdadeiro impasse na organização da rodada decisiva, já que a entidade precisa garantir a isonomia e a segurança de todas as delegações envolvidas.
Como a indefinição ajuda o Fluminense
Essa reviravolta nos bastidores interessa diretamente aos planos do Fluminense na competição. O Tricolor disputa a segunda vaga da chave ponto a ponto com o Bolívar e torce por um tropeço do rival para avançar às oitavas de final.
Caso a Conmebol decida transferir a partida para um local neutro e longe dos efeitos da altitude, as probabilidades de o Independiente Rivadavia arrancar um resultado positivo aumentam consideravelmente, ajudando a matemática do Time das Laranjeiras.
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