Novas nomeações deixam a Flusócio cada vez mais isolada no comando do Fluminense 






Dois novos vices são membros da Flusócio

Após as renúncias dos vice-presidentes que faziam parte da coligação “Unido e Forte”, o presidente Pedro Abad começou a indicar novos nomes aos cargos que ficaram vagos, mas, ao mesmo tempo que ganha mais tranquilidade nos bastidores do clube, indica um isolamento ainda maior do grupo político da Flusócio.

As mudanças de peças começaram em maio, quando os vice-presidentes renunciaram aos respectivos cargos e passaram a compor a oposição: Cacá Cardoso, vice-presidente Geral; Diogo Bueno, Finanças; Michel Pachá, Interesses Legais; Idel Halfen, Marketing; e Sandor Hagen, Governança.

Até o presente momento, Pedro Abad indicou nomes para duas destas pastas, Marco Aurélio para Finanças e Daniel Kalume para Interesse Legais, ambos pertencentes à Flusócio, grupo ao qual o mandatário faz parte.

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Neste novo cenário, com correligionários ao lado, a pressão sobre o mandatário tricolor no dia a dia tende a diminuir. Porém, a Flusócio vai se isolando no comando do clube, o que pode ter consequências no futuro, segundo o jornalista Alexandre Araújo, do portal LANCE!. Principalmente se for levar em consideração que, paralelamente a isso tudo, há uma movimentação em prol do impeachment de Pedro Abad e a oposição já conseguiu as 50 assinaturas mínimas necessárias – de acordo com o estatuto – para que o processo possa ser levado à frente.



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Por Explosão Tricolor / Fonte: LANCE!

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