Retrospectiva 2017: Explosão Tricolor invade a América do Sul com o Fluminense




Vinicius Toledo e o pai do Sornoza com a faixa de mão no Casa Blanca (Foto: Rodrigo Souza/Explosão Tricolor)

Através de uma ousada ação, o Explosão Tricolor entrou para a história em 2017. Pela primeira vez, uma mídia tricolor acompanhou o Fluminense em todos os jogos disputados no exterior durante uma edição de competição continental.

Com responsabilidade, honestidade, discrição e muita criatividade, viabilizamos o projeto de acompanhar o Fluminense em todos os jogos da Copa Sul-Americana disputados no exterior. Sempre com os pés no chão e, principalmente, muito amor ao Tricolor, caminhamos pela América do Sul com o sentimento verde, branco e grená explodindo pelas arquibancadas do Uruguai e Equador (duas vezes). Ainda deu tempo para marcar presença na Colômbia e no Peru com direito a bandeira balançando nas principais praças públicas das suas respectivas capitais.

No Uruguai, tivemos a oportunidade de pisar na arquibancada do lendário Estádio Centenário, em Montevidéu. Emocionante! Mesmo com a derrota de 1 a 0 para o Liverpool, saímos de campo classificados. Ainda na capital uruguaia, confraternizamos com cerca de 300 tricolores e a turma da Fluruguay com direito a uma ação de Marketing que distribuiu 300 faixas de mão.

Abel Braga e Vinicius Toledo no desembarque em Montevidéu (Foto: Fluminense FC)
Vinicius Toledo no Estádio Centenário (Foto: Rodrigo Souza/Explosão Tricolor)

Na segunda fase da Copa Sul-Americana, após golearmos a Universidad Católica, do Equador, no jogo de ida disputado no Maracanã, subimos o morro da cidade de Quito para acompanharmos o duelo de volta, no Estádio Olímpico de Atahualpa. Com apenas seis tricolores na arquibancada, comemoramos mais uma vitória do Fluminense e a classificação para a próxima fase. O detalhe ficou por conta do registro que deixamos na arquibancada do estádio: “Que venha a LDU”. Na época, tivemos que aguardar o segundo jogo entre LDU e Bolivar, que só foi disputado uma semana depois, para sabermos quem seria o nosso adversário nas oitavas de final. Outro fato que merece registro é que, através de uma live, transmitimos ao vivo o gol do Marlon Freitas. Esse gol foi histórico pelo fato de ter sido o primeiro marcado por um jogador que vestiu as camisas do Fluminense e STK Flu Samorin (Clique aqui e veja).      

Explosão Tricolor registrando o seu desejo na arquibancada do Atahualpo (Foto: Rodrigo Souza/Explosão Tricolor)

Dizem que a força do pensamento quase sempre atrai os nossos desejos. E, no Explosão Tricolor, desde o início do projeto, falamos em diversos momentos que queríamos enfrentar a LDU nesta edição da Copa Sul-Americana. Por incrível que pareça, o desejo acabou se tornando realidade. No primeiro jogo, disputado no Maracanã, realizamos uma nova ação de Marketing com a distribuição de 150 faixas de mão com a seguinte frase: “2008 NÃO ACABOU”. A mensagem da faixa não se referia a qualquer tipo de vingança por causa da derrota da final da Taça Libertadores da America 2008, na verdade, o significado dela era de que o sentimento da arquibancada tricolor daquele ano, que foi uma das coisas mais bonitas da história do futebol, não havia acabado na noite do dia 2 de julho. De forma suada, o Fluminense venceu os equatorianos. Muitos tricolores saíram do Maracanã preocupadíssimos, alguns até já estavam até decretando que seríamos eliminados em Quito, mas… 

Quatro dias depois do duelo de ida, o Explosão Tricolor desembarcou em Quito para o decisivo jogo de volta. Ao contrário do jogo contra a Universidad Católica, chegamos um pouco antes para conhecermos melhor a cultura equatoriana. Na véspera do jogo, subimos o maior vulcão em atividade do mundo: o gigante Cotopaxí com os seus 5,8 mil metros de altura. Até deixamos um papel com o nome da LDU escrito lá no vulcão! 

Vinicius Toledo levando o Fluminense ao Cotopaxi (Foto: Rodrigo Souza/Explosão Tricolor)

 No dia 21 de setembro, pisamos no Estádio Casa Blanca. Para adquirir o ingresso, tivemos que passar por dentro do point da Muerte Blanca (barra brava da LDU). Todos ficaram nos encarando, mas não pipocamos. Dentro do estádio, uma fanática torcida que não parava de cantar um minuto sequer. Do nosso lado, éramos seis com mais uns trinta familiares do Sornoza. Depois de um primeiro tempo sem graça, o segundo proporcionou fortes emoções e o gol do Pedro nos minutos finais fez com que calássemos milhares de “hinchas da LDU”.

– Não saímos de lá campeões, mas a sensação no estádio após o apito final foi uma das melhores que já tive na minha vida de torcedor. Alma lavada! Na saída, o nosso amigo Roberto, torcedor fanático da LDU, nos esperou para fazer a nossa escolta (Clique aqui para saber essa outra parte da história). Mais uma vez voltamos do exterior com a classificação na mala – declarou Vinicius Toledo, criador do Explosão Tricolor.

Infelizmente, o Fluminense foi eliminado nas quartas de final para o seu maior rival. A bela sequência foi interrompida, mas o Explosão Tricolor saiu de cabeça erguida e muito orgulhoso de ter jogado junto com o Fluminense pela América do Sul. É com esse sentimento que continuaremos nossa caminhada já pensando nas próximas aventuras pelo nosso continente… Partiu Potosí?

Pai do Sornoza, Vinicius Toledo e Guilherme no Casa Blanca (Foto: Rodrigo Souza/Explosão Tricolor)



Por Explosão Tricolor

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