Sobre a divisão de base do Fluminense e a precoce eliminação na Copinha




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Sobre a divisão de base do Fluminense

Acompanhei a repercussão nas redes sociais de mais uma precoce eliminação do Fluminense na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Primeiramente, para iniciar a conversa, não dá para aceitar sair para o Audax. E o que é pior: perdendo duas vezes para o próprio clube paulista.

Sobre o time, por mais que estejamos indignados, temos que considerar os desfalques. Quem acompanha um pouco a divisão de base, sabe muito bem que o Zé Ricardo, Denílson, João Pedro e Marcos Paulo fizeram muita falta. Ao optar por colocá-los na pré-temporada com o elenco profissional, o Fluminense praticamente abriu mão de ir mais longe na competição. E ainda tiveram outros desfalques importantes. Nem time profissional aguentaria esse tipo de situação. Erro de estratégia do comando geral do Fluminense? A prioridade é o futebol profissional, mas o resultado na base também tem a sua importância.

De qualquer forma, alguns pontos merecem ser questionados. Há anos, o Fluminense não tem conseguido revelar uma boa quantidade de goleiros, zagueiros e laterais em condições de servir o time profissional. Tudo bem que os meias e atacantes são mais valorizados no mercado, ou seja, geram receitas maiores nas vendas. Mas essa questão tem que ser revista pelo fato da base ser a única esperança do clube tentar montar um time profissional competitivo. Inclusive, acho que o investimento em Xerém tem que ser pesado em todos os sentidos. É lá que está a esperança do clube tentar diminuir a atual distância abissal em relação a outros grandes clubes do país.

O principal objetivo da base tem que ser sempre o de abastecer o time profissional. Ganhar títulos sempre é bom, mesmo que seja até no fraldinha. Mas com toda a badalação em torno de Xerém, não dá para aceitar o Fluminense ficar de fora das oitavas de final da Copinha desde 2015. Quando nem o mínimo é realizado, é sinal de que algo precisa ser revisto urgentemente.

Rapidinhas:

– Gostei das participações do Calegari, Leandro Spadacio e Samuel.

– O atacante Luiz Henrique tem grande potencial, mas necessita de uma boa lapidação.

Forte abraço!

Vinicius Toledo



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