Fluminense sai na frente, mas quase se complica por “dar sopa para o azar”




Fluminense vence o Vasco no jogo de ida da semifinal do Carioca 2026
Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense F.C.
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Confira a análise de Lindinor Larangeira sobre a vitória do Fluminense no clássico, a expulsão de Zubeldía e os erros de arbitragem no Nilton Santos.

(por Lindinor Larangeira)

O Fluminense poderia ter liquidado não apenas o jogo, mas o confronto da semifinal do Campeonato Carioca ainda nos primeiros 45 minutos. No entanto, o time deu sopa para o azar e quase viu a situação se complicar desnecessariamente no Nilton Santos.

Após o gol de Kevin Serna, fruto de uma jogada ensaiada muito bem executada, a história poderia ter sido outra. Bastava John Kennedy ter acertado dois passes cruciais: o primeiro para Lucho Acosta e o segundo para Martinelli. Com um 3 a 0 no placar, o Tricolor colocaria uma pressão gigantesca no Vasco, que, aliás, teve no péssimo árbitro o seu “melhor jogador”.

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Arbitragem tendenciosa e a expulsão de Zubeldía

O critério da arbitragem foi o famoso “in dubio, pro Vasco”. O soprador de apito pendurou o Fluminense com cartões amarelos em profusão, enquanto economizava nas punições aos vascaínos.

Essa postura resultou na expulsão de Luiz Zubeldía. Após dois erros seguidos — uma falta clara não marcada na entrada da área do Vasco e uma “pseudo-falta” de Acosta que matou um contra-ataque promissor —, o elétrico treinador argentino perdeu a paciência. Os equívocos custaram seu primeiro cartão vermelho no comando do Flu, em um momento em que os nervos já estavam à flor da pele.

Kevin Serna marcou o gol da vitória do Fluminense sobre o Vasco
Foto: Fluminense FC

A insistência com Freytes: uma bomba-relógio

Fica a pergunta: por que Juan Pablo Freytes não saiu no intervalo? O zagueiro é uma verdadeira bomba-relógio que pode explodir a qualquer momento. Já estava pendurado e a prudência pedia sua substituição. Não deu outra: uma nova bobagem do defensor resultou na expulsão de Facundo Bernal, que acabou pagando a conta.

Dali em diante, o clássico virou um “ataque contra defesa”. No entanto, o ataque vascaíno mostrou-se inoperante e pouco criativo, não obrigando Fábio a realizar sequer uma defesa difícil. A defesa tricolor soube neutralizar os inúmeros cruzamentos na área. Jemmes teve outra ótima atuação e, no jogo aéreo, até o tresloucado Freytes se saiu bem.

+ Freytes explica erro em jogada ensaiada que terminou com expulsão de Bernal

Superioridade Tricolor

No final das contas, a melhor chance de marcar ainda foi do Fluminense. É o sinal claro de que, mesmo jogando com 10 contra 11, o Tricolor é atualmente muito superior ao Vasco. Agora é confirmar a vaga no Maracanã.

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PS1: Tchau, Diniz!

PS2: 50 mil tricolores no domingo para empurrar o time para a final e quebrar um recorde histórico.

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Sobre Vinicius Toledo 963 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!