Técnico tricolor rebate críticas sobre as saídas de Martinelli e Hércules. Treinador enfatiza a necessidade de rodar o elenco devido ao calendário apertado.
O técnico Luis Zubeldía enfrentou questionamentos sobre as mexidas no meio-campo do Fluminense após o empate em 1 a 1 com o Coritiba, na noite deste sábado (04/04). Em entrevista coletiva no Couto Pereira, o comandante argentino detalhou os motivos que o levaram a sacar Martinelli e Hércules durante a etapa final, apontando o desgaste físico como o fator determinante.
– O que você acha? Que o Martinelli saiu porque estava jogando mal ou porque eu tinha que dosar os minutos? Está respondida a pergunta – disparou o treinador, reforçando que a preservação dos atletas é prioridade máxima visando a estreia na Libertadores na próxima terça-feira.
A opção por Otávio
Alvo de críticas da torcida nas redes sociais, a entrada de Otávio também recebeu uma explicação tática. Segundo Zubeldía, a saída de Hércules ocorreu para que o time ganhasse um posicionamento mais fixo na proteção à zaga, liberando outros atletas para a rotação ofensiva.
– Hércules é mais oito e estava chegando no ataque, precisava de alguém mais fixo ali. Sabíamos que logo ia entrar Alisson. São dois volantes bons que vão nos dar suporte na rotação. Mais Bernal e Nonato que estão fora se recuperando. Por isso, digo que apesar de ter várias baixas o elenco segue dando soluções graças ao que montaram os dirigentes – analisou o técnico.
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Calendário como adversário
Zubeldía ressaltou que as decisões de escalação e substituição agora passam por um rigoroso critério médico e fisiológico. O objetivo é manter a equipe competitiva sem perder peças por lesão em um momento crucial da temporada.
– Vamos tomar algumas decisões porque alguns jogadores não estão aptos. Uns não estão aptos para iniciar, outros podem iniciar, porém temos que administrar os minutos durante a partida, como os casos de Martinelli e Hércules. Vamos planejando rodada a rodada, vendo como os jogadores terminam e a partir daí vamos tomar as decisões. Às vezes são decisões por lesões, por cansaço, prevendo acumulação de minutos. Temos que ter a equipe mais forte possível, apesar do calendário ajustado. É um bom plantel que temos – concluiu.
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