Vinicius Toledo defende mudança tática imediata para estancar crise, aponta o 3-5-2 como solução para a fragilidade aérea e explica por que Savarino não pode ser o substituto de Lucho Acosta no meio.
Por: Vinicius Toledo
Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?
Hoje o papo é reto sobre a escancarada necessidade de uma mudança tática urgente no Fluminense. Sejamos realistas: sem Lucho Acosta, o time desandou bonito. Muita gente pede o Savarino na função do argentino, mas eu discordo frontalmente.
O motivo? O venezuelano é o nosso único ponta construtor com boa tomada de decisão na “última bola”. Não faz sentido deixá-lo longe da área adversária justamente quando mais precisamos de lucidez no ataque.
Considerando o elenco disponível, as características das peças e o grave problema crônico no jogo aéreo defensivo, se eu fosse Luis Zubeldía, não pensaria duas vezes: daria uma pausa na formação com três atacantes e adotaria o 3-5-2.

O 3-5-2 não é retranca
Diferente do que muitos pensam, esse esquema não significa jogar recuado. Com dois alas eficientes no apoio, o time ganha uma força ofensiva absurda. É questão de organização.
Na ala direita, eu apostaria em Julio Fidelis, que já mostrou potencial. Com Samuel Xavier em declínio físico e técnico, e Guga limitado, dar oportunidade ao garoto é uma necessidade. Na esquerda, Guilherme Arana seria absoluto.
O trio de zaga teria nomes como Julián Millán, Jemmes, Freytes ou Ignácio. Vale lembrar que o melhor momento de Freytes e Ignácio foi justamente protegidos por esse sistema durante o Mundial de Clubes de 2025.
Equilíbrio e Força Aérea
No meu meio-campo ideal, iria com Facundo Bernal, Hércules e Martinelli. Savarino jogaria com liberdade total ao lado de Rodrigo Castillo, que seria a nossa referência física e aérea.
As intenções dessa mudança são claras:
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Estancar a sangria aérea: Com três zagueiros, Bernal e Rodrigo Castillo, o time para de sofrer gols infantis de cabeça, como a inaceitável linha de passe de cabe que o Independiente Rivadavia fez no primeiro gol. Basta treinar posicionamento e explorar a altura do quinteto.
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Força nas alas: Arana e Fidelis dariam a amplitude que o time perdeu.
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Liberdade para Savarino: Ele focaria apenas em criar e finalizar, sem o peso de carregar o piano sozinho no meio.
Eu gostaria muito de ver Zubeldía tentando essa alternativa. O elenco é limitado e alguns jogadores já estão fazendo “hora extra”, prejudicando a performance coletiva. O Fluminense precisa de uma sacudida tática para ontem.
3-5-2 já!
Forte abraço e ST!
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