Entre boatos de falta de diálogo e “cascas de banana” na comunicação, Mattheus Montenegro vive isolamento enquanto Mário Bittencourt mantém silêncio estratégico nos bastidores.
Por Vinicius Toledo
O clima no Fluminense ultrapassou a crise técnica e mergulhou em uma guerra de narrativas nos bastidores. Relatos colhidos pelo Explosão Tricolor e análises que circulam nas redes sociais apontam para um cenário de “fogo amigo” e isolamento do presidente Mattheus Montenegro. A grande pergunta que ecoa nos corredores das Laranjeiras é: Mattheus está sendo fritado por quem deveria protegê-lo?
O silêncio estratégico de Mário Bittencourt
Chama a atenção o comportamento de Mário Bittencourt. Ex-presidente e atual Diretor Geral remunerado, Mário tem se mantido em silêncio absoluto enquanto as críticas trituram a imagem de seu sucessor. Para muitos observadores, Mattheus estaria atuando como um “escudo” para os erros, permitindo que Mário preserve sua imagem.
Enquanto a torcida foca a ira no atual mandatário, o “homem forte” do futebol não dá um pio, alimentando a tese de que Mattheus pode estar sendo vítima de uma estratégia de conveniência política.
Comunicação: Blindagem ou Casca de Banana?
O fio publicado por Sérgio Moreth no X (antigo Twitter) traz uma camada ainda mais densa à crise. A permanência de Ronaldo França no comando da comunicação, mesmo após falhas reconhecidas no vídeo institucional gravado pelo Mattheus, levanta questionamentos.
Moreth aponta que a comunicação do clube mantém o modus operandi de silenciar protestos — como o histórico episódio da ambulância encobrindo faixas — e sugere que o vídeo de “gestão de crise” pode ter sido, na verdade, uma “casca de banana” para expor Mattheus. Por que, em uma gestão que admite falhas na comunicação, o diretor da área, ligado historicamente à família de Mário, segue intocável?
Clima péssimo e falta de comando
Os boatos de que não existe diálogo entre diretoria e jogadores apenas corroboram a sensação de desgoverno. A frase que corre nos bastidores é pesada: “O cargo de presidente foi muito para o Mattheus”.
Seja por incapacidade real ou por sabotagem interna, o fato é que o Fluminense hoje parece um navio com dois capitães: um que segura o leme no meio da tempestade e outro que observa do bote salva-vidas, esperando o momento certo para assumir o controle total através da SAF.
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