Em sua nova coluna, Vinicius Toledo analisa o retorno de Marcão ao comando do Fluminense, expressa preocupação com a possível efetivação e cobra mudanças táticas urgentes para os jogos contra Palmeiras e Independiente Rivadavia.
(Por Vinicius Toledo)
Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo? E lá vamos nós de Marcão no comando técnico do Fluminense.
Resta saber se será apenas interinamente ou se a diretoria vai bancá-lo até o final da temporada. Confesso que me incomoda bastante a possibilidade de efetivação do Marcão, pois ele mesmo já admitiu que não tem interesse em ser técnico de futebol profissional, ou seja, não tem ambição profissional nesta função.
Sendo assim, não consigo imaginar o Fluminense sob o comando dele até o final da temporada. No futebol, a ambição e a coragem são fundamentais para o sucesso.
Pelo que fiquei sabendo, tudo dependerá do futuro da equipe na CONMEBOL Libertadores, que será decidido na próxima terça-feira, contra o Independiente Rivadavia, no Estádio Malvinas Argentinas, em Mendoza, na Argentina.
Parada Dura no Brasileirão
Antes do decisivo confronto válido pela competição continental, o Fluminense terá uma parada indigesta neste sábado: o Palmeiras, pela vigésima terceira rodada do Brasileirão.
Como será que o Marcão vai escalar o Fluminense para encarar o líder? Ninguém sabe ainda, mas logo de cara, espero que ele abandone a falida formação de três atacantes.
Acredito que uma formação com quatro jogadores no meio de campo seria a ideal para este momento. Também não descartaria a utilização de três zagueiros, inclusive, com o Canobbio improvisado na ala esquerda.
Porém, duvido que o Marcão promova uma revolução tática a essa altura do campeonato. Infelizmente, não é o perfil dele. O “mais do mesmo” deve seguir. Aí, meus amigos e minhas amigas, só resta rezar e torcer.

As Sugestões de Escalações
Para encerrar, se eu fosse o treinador, já escalaria o Fluminense da seguinte forma para enfrentar o Palmeiras:
Fábio; Guga, Ignácio, Thiago Silva e Renê; Hércules, Martinelli, Nonato e Ganso; Canobbio e Hulk.
Deixaria o Lucho Acosta, Savarino e Soteldo como opções imediatas para a etapa final. Eu também consideraria o Serna como opção imediata para a função de “falso 9”.
A outra formação que eu consideraria, num esquema com três zagueiros, seria:
Fábio; Thiago Silva, Ignácio e Igor Rabello; Guga, Hércules, Martinelli, Ganso e Canobbio; Savarino e Hulk.
É isso, galera. Não tem para onde correr. Além das limitações do elenco, o Fluminense ainda terá que superar uma possível falta de coragem para encarar os dois próximos desafios. Sendo assim, espero muito que o Marcão queime a minha língua…
Forte abraço e ST.
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