Gigante!




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Em meados de 2009, o Fluminense vivia uma das piores crises de sua história. Era uma porrada atrás da outra e o fantasma da Série B de braços abertos já até gritava: “Vem pro papai, Fluzão!” Totalmente perdida, a diretoria não sabia mais o que fazer. Na época, teve até dirigente jogando a toalha publicamente e falando em planejamento para a disputa da Segundona. 
No meio do intenso incêndio, o Fluminense contratou um zagueiro desconhecido. Era um tal de Welington Pereira Rodrigues, que estava na Ponte Preta, mas que era chamado de Gum. O rapaz entrou na maior fogueira! O Tricolor já estava no fundo do poço, mas…
Com total liberdade para fazer uma histórica revolução, Cuca chegou e logo tratou de fazer uma faxina no elenco. O resultado da ação foi um dos capítulos mais emocionantes da nossa história com a inesquecível arrancada que nos livrou do rebaixamento mais certo da história do futebol mundial. E o Gum nessa história? Ah, o Gum…
Mesmo com seu jeito tímido, Gum foi conquistando o seu espaço com muita garra, disposição e gols decisivos. Quem não se lembra dos dois gols dele no empate com o Internacional no Maracanã? Um jogo que estava praticamente perdido. E um ponto fundamental na campanha de recuperação para a salvação. Como também não lembrar dele com a cabeça enfaixada cabeceando para o fundo do barbante do Cerro Porteño, na semifinal da Copa Sul-Americana, com 40 mil tricolores no Maraca, num dos jogos mais épicos da história do Fluminense? Porra, aquilo foi uma das maiores emoções da minha vida de torcedor!
Um ano depois da tempestade, veio a bonança. O guerreiro da camisa três tricolor se consagrou campeão brasileiro. Ao lado dele, um outro cara que merece o nosso respeito: Leandro Euzébio. Na Taça Libertadores da América 2011, vitória épica sobre o Argentino Juniors, em Buenos Aires, e um canto que ecoará pela eternidade: “Gum Guerreiro dá porrada no Escudero”! Em 2012, o nosso guerreiro conquistou mais um título brasileiro e se consolidou de vez como um dos grandes da história do Fluminense Football Club.
Os anos se passaram e a ligação com o clube aumentou cada vez mais. Tudo bem que o nosso zagueirão deu alguns moles que irritaram até o iluminado João de Deus, mas sejamos sinceros: o cara sempre honrou a camisa do Fluminense pra caralho!
Sinceramente, não sei realmente dizer se o ciclo dele no Fluminense acabou. Só o tempo dirá, mas com o Fluminense vivendo tempos sombrios e de total devastação em todos os sentidos, confesso que bateu uma tristeza por perdermos um guerreiro que lutava muito pelas três cores que traduzem tradição.     
Obrigado, Gum Guerreiro! Você pode não ter dado show de técnica refinada, mas é um dos gigantes da nossa história quando o assunto é amor, carinho e respeito ao Fluminense. 
Forte abraço!

Vinicius Toledo



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