O Fluminense está nas quartas de final da Libertadores 2026. Depois do empate por 1 a 1 com o Independiente Rivadavia no tempo normal, o Tricolor venceu a disputa de pênaltis por 5 a 4, em Mendoza, com Fábio defendendo duas cobranças e sendo o grande herói da classificação.
O Fluminense garantiu uma classificação heroica às quartas de final da Libertadores 2026. Na noite desta terça-feira (18), o Time de Guerreiros empatou por 1 a 1 com o Independiente Rivadavia, no Estádio Malvinas Argentinas, e levou a melhor nos pênaltis por 5 a 4.
A equipe precisou superar a expulsão de Canobbio no segundo tempo e contou com grande atuação coletiva para levar a decisão até as penalidades. No momento decisivo, Fábio brilhou ao defender duas cobranças.
Confira abaixo as notas das atuações dos jogadores tricolores:
Fábio — Nota 10!
O paredão tricolor foi o grande herói da classificação. Durante o tempo normal, praticamente não foi exigido. Nos pênaltis, porém, apareceu quando o Fluminense mais precisava e defendeu duas cobranças, sendo decisivo para colocar o Time de Guerreiros nas quartas de final.
Guga — Nota 8,0
Teve uma atuação muito consistente. Foi seguro defensivamente e procurou apoiar o ataque sempre que teve espaço. Na disputa por pênaltis, mostrou personalidade e converteu a última cobrança do Fluminense.
Thiago Silva — Nota 9,0
O Monstro teve mais uma atuação espetacular. Dominou os duelos contra os atacantes do Rivadavia e praticamente não deu espaços durante a partida. Também foi extremamente seguro nas saídas de bola. Para completar, bateu com categoria a primeira penalidade do Fluminense.
Ignácio — Nota 7,0
Formou novamente uma dupla de zaga muito segura com Thiago Silva. Fez bons cortes, venceu disputas e teve participação importante na proteção da área. Não teve responsabilidade no pênalti marcado para o Rivadavia, em lance no qual estava recolhendo o braço.
Renê — Nota 7,5
Não teve grande presença ofensiva, mas cumpriu muito bem a sua função defensiva. Foi seguro pelo lado esquerdo e não ofereceu espaços. Nos pênaltis, converteu a sua cobrança com tranquilidade.
Martinelli — Nota 8,0
Teve participação mais discreta no primeiro tempo, embora tenha ajudado nas saídas de bola. Cresceu depois da expulsão de Canobbio, quando o Fluminense precisou de mais entrega no meio-campo. Também converteu a sua cobrança na disputa por pênaltis.
Hércules — Nota 9,0
Começou nervoso e recebeu cartão amarelo cedo, mas cresceu muito ao longo da partida. Tornou-se a principal peça do meio-campo tricolor e deu o excelente lançamento para Kevin Serna abrir o placar. No último minuto, quase marcou um golaço em chute de fora da área. Ainda bateu o seu pênalti com categoria.
Ganso — Nota 6,0
Mantido entre os titulares, tentou assumir a responsabilidade pela criação das jogadas, mas encontrou poucos espaços. Não conseguiu repetir a produtividade apresentada contra o Palmeiras e acabou substituído no segundo tempo.
Soteldo — Nota 6,5
Não teve o mesmo brilho das partidas anteriores, mas ainda conseguiu contribuir. Participou da construção da jogada que terminou no gol de Kevin Serna.
Canobbio — Nota zero!
Uma noite para esquecer. Além de não conseguir produzir ofensivamente, o uruguaio recebeu dois cartões amarelos por faltas desnecessárias e foi expulso aos 11 minutos do segundo tempo. Deixou o Fluminense com um jogador a menos em um momento decisivo e poderia ter comprometido seriamente a classificação.
Hulk — Nota 4,5
Teve uma atuação abaixo do esperado. Lutou bastante contra os defensores argentinos, mas não conseguiu criar nenhuma jogada realmente perigosa. Saiu no segundo tempo.
Reservas utilizados
Lucho Acosta — Nota 3,0
Mais uma atuação ruim. Entrou e pouco acrescentou na organização ofensiva. Sua principal participação com a bola foi uma finalização perigosa de longa distância. Na disputa por pênaltis, desperdiçou sua cobrança ao mandar a bola para fora.
Kevin Serna — Nota 8,0
Entrou quando o Fluminense já estava com dez jogadores e se transformou rapidamente na principal válvula de escape da equipe.
Recebeu grande lançamento de Hércules, mostrou velocidade e categoria para finalizar na saída do goleiro e abrir o placar. Ainda teve a oportunidade de marcar novamente no último lance do tempo normal, mas finalizou por cima.
Foi decisivo mais uma vez.
Julián Millán — Sem nota
Entrou nos minutos finais para reforçar o sistema defensivo e ajudar a segurar o resultado. Permaneceu pouco tempo em campo e praticamente não participou das ações com a bola.
Técnico
Marcão — Nota 9,0
Marcão optou por manter a estrutura utilizada na vitória sobre o Palmeiras e viu o Fluminense controlar boa parte do primeiro tempo, embora sem transformar a posse de bola em grande volume de chances.
Na etapa final, precisou reorganizar a equipe após a expulsão de Canobbio. Mesmo com dez jogadores, o Tricolor não se limitou a defender.
A entrada de Kevin Serna foi decisiva. O colombiano deu velocidade ao ataque e marcou o gol do Fluminense poucos minutos depois de entrar.
A mudança de postura da equipe desde que Marcão assumiu o comando após a saída de Luis Zubeldía é evidente. O Fluminense voltou a mostrar competitividade, entrega e capacidade de reagir em momentos adversos.
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