Pressão por resultados, embate diante do Corinthians, críticas da torcida a Oswaldo e muito mais; confira a íntegra da coletiva de Caio Henrique




Foto: Lucas Merçon/FFC



Caio Henrique concedeu entrevista coletiva no começo da tarde desta quinta-feira

Após o treinamento da manhã desta quinta-feira (12), o lateral-esquerdo Caio Henrique conversou com a imprensa no CT Pedro Antônio. Confira abaixo a íntegra da entrevista coletiva do defensor:

Pressão por resultados

Caio Henrique: Isso incomoda até certo ponto. Mudanças, ainda mais com calendário que temos, são ruins. Com trocas de treinador temos tempo curto para se adaptar. Deixa um ambiente um pouco pior essa pressão. Quando entramos no campo, entramos para vencer. Ficamos tristes quando saímos do jogo com resultado adverso. Mas não temos muito tempo para lamentar. Temos que pensar no próximo jogo. Sabemos que só vamos afastar isso com vitórias.

Embate diante do Corinthians

Caio Henrique: Sabemos que será uma partida muito difícil. Corinthians tem jogadores muito qualificados. Por nossa situação da tabela, se torna uma final. Temos que ir a Brasília e ganhar. Essa questão de torcida não vai pesar. Lá dentro são 11 contra 11. Temos que procurar fazer nosso melhor e buscar os três pontos.

Importância de Allan

Caio Henrique: Claro que quando ele não está, a característica do Fluminense muda. É um jogador que ajuda bastante. Esperamos que ele jogue o próximo jogo. Esperamos que ele esteja em campo para nos ajudar.

Críticas da torcida a Oswaldo

Caio Henrique: Professor tem total confiança do grupo. Abraçamos a ideia dele, estamos procurando nos adaptar. A pressão só vai sair quando começarmos a vencer. Aí sim, teremos tranquilidade.

Diferença entre os estilos de Oswaldo de Oliveira e Fernando Diniz

Caio Henrique: A gente batia naquela tecla de que fazíamos bons jogos, mas não vencíamos. Com a mudança de treinador, muda o estilo de jogo. O time com Diniz jogava de um jeito, hoje com Oswaldo joga de outro. Procuramos fazer o que o professor pede, procuramos nos adaptar a ele. Pressão só vai sair quando começarmos a vencer. Diferença, claro, que sempre tem. Cada professor tem seu trabalho e forma de pensar o futebol. Mas viemos nos adaptando nos treinamentos, escutando o que Oswaldo tem pedido. A principal mudança é a posse de bola. Com Diniz ficávamos mais, com Oswaldo, menos.

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Por Explosão Tricolor

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