Campanha de elite no Brasileirão e risco de vexame na Libertadores geram racha interno na diretoria tricolor.
A vitória por 2 a 1 contra o Bolívar deu um sobrevida ao Fluminense na Conmebol Libertadores 2026, mas o futebol burocrático apresentado no Maracanã intensificou o debate sobre o futuro do técnico Luis Zubeldía. Portanto, o comandante argentino se encontra no centro de uma verdadeira divisão de opiniões entre as lideranças que comandam o futebol do Time de Guerreiros.
De acordo com informações publicadas pelo jornalista Pedro Brandão, do jornal LANCE!, a diretoria tricolor avalia o trabalho da comissão técnica sob duas óticas completamente distintas. Desse modo, o cenário político interno reflete a oscilação da equipe entre as duas principais competições da temporada.
O peso de ouro do Brasileirão contra a cobrança interna
Por um lado, o desempenho do Fluminense no Campeonato Brasileiro é amplamente elogiado pela cúpula do clube. O Tricolor faz uma campanha de elite na Série A, mantendo-se na terceira colocação e brigando ponto a ponto com Palmeiras e Flamengo pelo topo da tabela de classificação. Contudo, essa regularidade nacional contrasta fortemente com o rendimento pífio apresentado nos gramados sul-americanos.
A situação dramática na Libertadores, onde o clube conquistou sua primeira vitória apenas na quinta rodada, gera forte irritação em uma ala considerável da diretoria. O torneio continental é tratado internamente como o principal objetivo institucional do ano. Além disso, o planejamento financeiro e esportivo a longo prazo está diretamente atrelado à meta de garantir uma vaga para o novo Mundial de Clubes da FIFA em 2029.

A decisão final marcada para o Maracanã
Com isso, o treinador argentino precisará equilibrar os pratos nas próximas semanas para arrefecer a pressão de seus críticos internos. No próximo sábado (23), o Fluminense visita o Mirassol para defender sua posição no G-4 do Brasileirão. Logo em seguida, na quarta-feira (27), o clube joga a vida contra o Deportivo La Guaira precisando vencer e secar o Bolívar para evitar uma eliminação precoce ainda na fase de grupos.
Por fim, o respaldo da diretoria comandada pelo presidente Matheus Montenegro e pelo diretor geral Mário Bettencourt passará obrigatoriamente pelo desfecho da rodada final do Grupo C. Ficar de fora do mata-mata da Libertadores seria um golpe duríssimo nas finanças e nas ambições internacionais do clube para os próximos anos.
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